Conheci uma mulher que me tocou profundamente. A história dela virou uma chave no meu coração, e quero compartilhar com você porque talvez vire no seu também…
Vi no Instagram uma moça que fala sobre emagrecimento e achei muito importante uma fala dela. Ela contou que, quando está satisfeita ao se alimentar, joga o restante da comida no lixo. Na mesma hora, ela já se corrige, lembrando que sempre ouvimos nossas mães dizerem: “coma tudo, porque não pode jogar comida fora; tem gente passando fome no mundo.”
Claro, não devemos encher o prato e depois, estando cheia, jogar comida no lixo. Eu sempre defendi colocar pequenas porções no prato, e se quiser mais, pegar depois. Ensinei meus filhos assim. No caso dela, porém, ela havia comprado uma marmitinha pronta no supermercado, com aquela quantidade fixa — não havia opção de comprar menos.
Mas o que virou uma chave para mim foi o que ela disse: “Se estou satisfeita, não vou comer mais; vou jogar no lixo sim, porque o lixo não sou eu.”
Quantas vezes você comeu por impulso? Colocou mais comida no prato porque a comida estava linda (você come pela aparência), ou porque estava deliciosa (você come pelo sabor, ou pelo cheiro), se sentiu cheia e continuou comendo porque estava bom demais? Isso é compulsão alimentar!
Devemos nos alimentar para nutrir o corpo, suprir nossa energia, e não por prazer, compulsão, raiva, medo ou ansiedade. A alimentação consciente é fundamental para nossa saúde física e emocional.
Essa reflexão me fez perceber como muitas vezes somos como esse lixo — acumulando o que não serve, nos forçando a aceitar coisas que não precisamos, por pressão externa ou interna.
Mas hoje quero te desafiar: você não é lixo. Você merece respeito, cuidado e amor, inclusive no jeito como se alimenta e se cuida.
Reflita: por que você come? Qual é a verdadeira necessidade por trás da comida?